Por onde andam nossos velhos conhecidos? Gerar link Facebook X Pinterest E-mail Outros aplicativos julho 12, 2020 FONTE: https://www.portalworldcruises2.com/2019/08/velhos-conhecidos-2.html?fbclid=IwAR0-Czv1wCC9HF861AbucQvuSkABA-BydZNcD-SIMYH7J2pLFWmce2ffhM8Por Daniel Capella agosto 16, 2019Desde que o Brasil começou a receber temporadas regulares de cruzeiro, foram vários os navios que passaram por nossas águas. Alguns, no entanto, marcaram o público nacional de forma especial. Os maiores, os mais longevos, os mais queridos, o que tinha os melhores roteiros, por exemplo.Neste post especial, revelamos o paradeiro de alguns destes que marcaram época na temporada brasileira, mas hoje se encontram distantes de nossos mares.Costa FortunaO Costa Fortuna foi o primeiro navio com mais de 100,000 toneladas a ser dedicado ao público brasileiro. Após estrear no país em 2007, navegou por aqui pela última vez em 2013.Parte da frota da Costa Crociere, ficou conhecido por seu tamanho e também seus animados temáticos, como o Dançando a Bordo e o Fitness. Inaugurado em 2003, fez temporadas na Europa e Caribe após se despedir do Brasil. Há alguns anos, chegou a ser transferido para a Costa Asia, uma filial da Costa Crociere que atua exclusivamente nos mercados asiáticos.Apesar de ter sido reformado para ser adaptado ao gosto dos asiáticos, navegou por pouco tempo no mercado. Servindo o público chinês, visitou países como Taiwan, Japão e Coréia do Sul até este ano, quando retornou à Europa. Agora navega pelo Mediterrâneo e Sudeste Asiático, em roteiros voltados ao público italiano. Splendour of the SeasO tradicional Splendour of the Seas realizou cruzeiros pelo Brasil por cerca de 15 anos e certamente deixou saudades. Inaugurado em 1996, veio ao Brasil já em 2000 e se despediu do país em definitivo apenas em 2015.O navio da Royal Caribbean International foi popular por aqui, não só pelo longo período em que permaneceu no mercado, mas também por suas características. Quando chegou pela primeira vez, tinha mais de o dobro do tamanho de qualquer outro navio operando no país. Ainda era consideravelmente mais moderno e luxuoso.Apesar de ainda estar na metade de sua vida útil, o Splendour acabou vendido pela Royal Caribbean International em 2015. Hoje é parte da frota da Marella Cruises, do Reino Unido. Rebatizado Marella Discovery, navega pelo Norte da Europa, Caribe, Mediterrâneo e Ásia.Seus cruzeiros são vendidos quase exclusivamente no mercado britânico em pacotes all-inclusive. As tarifas incluem também as bebidas a bordo, além dos vôos para os portos de embarque.EmpressPresença constante no Brasil por quase dez anos, o Empress operou no país pela CVC e Pullmantur, entre 2008 e 2016. Pouco depois de deixar o país pela última vez, foi transferido de volta para a Royal Caribbean International, companhia que o construiu nos anos 1990.Em fevereiro de 2016, entrou em doca-seca, e foi reformado substancialmente para se transformar em Empress of the Seas. A companhia norte-americana voltou a operá-lo em roteiros curtos pelo Caribe, que, a partir de 2017, incluíram passagem por Havana e outros portos cubanos. Na ocasião, os portos de Cuba foram abertos aos EUA após 50 anos de proibição. Com limitações de infraestrutura, os portos da ilha comunista não podem receber navios de grande porte; por isso o Empress era ideal para a operação. Com o novo embargo do país para cruzeiros, no entanto, o futuro do navio passa a estar em cheque. No momento, segue operando cruzeiros curtos a partir de Miami, mas pode deixar a frota em um futuro não tão distante. MSC OperaO MSC Opera é um dos navios da frota da MSC Crociere que mais navegou pelo Brasil na história recente. Após estrear no país em 2007, foi presença constante até 2012, quando se despediu do país em definitivo.Desde então, navegou em boa parte dos outros destinos oferecidos pela MSC ao redor de todo o mundo. Sempre navegando na Europa no verão, chegou a fazer temporada de inverno na África do Sul, com roteiros para Madagascar e outros portos desta região. Fez também temporada nas Ilhas Canárias e foi até cotado para o Mar Vermelho.Nos últimos anos, no entanto, vem navegando pelo Caribe, em roteiros a partir de Cuba. Chegou a ficar baseado em Havana durante todo o ano, viajando para Jamaica, Ilhas Cayman e México. Entretanto, com o embargo para cruzeiros partindo dos EUA, passou a realizar cruzeiros no Mediterrâneo durante todo o ano. Grand HolidayO Grand Holiday não fez tantas temporadas no Brasil, mas também teve passagem marcante pelo país. Com roteiros diferenciados, preços competitivos e portos de embarque novos como Vitória e Maceió, foi certamente o primeiro navio de muitos cruzeiristas brasileiros.O navio estreou na região em 2011 e se despediu já em 2013. Depois, chegou a realizar mais algumas temporadas pela Ibero Cruceros, inclusive navegando na Europa durante o inverno local. Sua companhia foi, no entanto, descontinuada pelo grupo Carnival, que a controlava, ainda em 2014.Com o fim da marca, o Holiday acabou vendido para a CMV – Cruise & Maritime Voyages. Especializada em cruzeiros acessíveis e tradicionais, a companhia inglesa rebatizou o navio Magellan. Hoje, viaja pelo Norte da Europa, Ilhas Canárias e Mediterrâneo em cruzeiros exclusivos para adultos. Uma vez ao ano, realiza um cruzeiro mais longo, para diferentes partes do globo.ZenithO Zenith navegou no Brasil por quase uma década, servindo a CVC e mais tarde a Pullmantur. Ficou famoso por realizar mini-cruzeiros com preços competitivos e sistema all-inclusive. Após estrear em 2007, se despediu do país em 2015. Construído para a Celebrity Cruises no começo dos anos 1990, o navio seguiu operando pela Pullmantur, mas em outros destinos. Além da Europa, durante os verões locais, fez temporadas nas Ilhas Canárias e no Caribe – inclusive fretado a um operador costa-riquenho. No começo de 2020, no entanto, sua história com a Pullmantur acaba. Como anunciado recentemente por nós, o navio deixará a frota da companhia já em janeiro, seguindo para a Ásia. Operando para a Peace Boat Organization, realizará viagens de volta ao mundo durante todo o ano. PacificUm dos primeiros navios operados pela CVC, o Pacific é outro que teve passagem marcante pelo Brasil. Foi um dos primeiros, e ainda hoje um dos poucos, a fazer temporada regular com parada em Fernando de Noronha. No período em que serviu a operadora brasileira, navegou exclusivamente pelo Nordeste, embarcando em portos como Recife, Fortaleza e Salvador.Já antiquado quando estreou no país, no começo dos anos 2000, o navio havia sido construído no começo dos anos 70. Apesar da idade, era famoso no mundo inteiro, por ter sido palco do popular seriado de TV norte-americana Love Boat.Após ser escalado para navegar no país durante todo o ano, em 2005, deixou o Brasil em meio a controvérsia, com temporadas tendo de ser canceladas devido às suas condições técnicas, que o impediam de navegar com passageiros. A última estação por aqui aconteceu em 2007/2008, apesar de ter tido seu retorno anunciado para as duas temporadas seguintes. Depois, mesmo com os problemas, chegou a navegar no Mediterrâneo pela Quail Cruises, uma start-up espanhola que o operou apenas por alguns meses. Deteriorado, foi impedido de seguir viagem durante um cruzeiro em 2008, e precisou de reparos emergenciais. Foi desviado para um estaleiro em Gênova, na Itália, para uma reforma, que acabou nunca sendo completada.Sem dinheiro para realizá-la, a Quail Cruises acabou indo a falência, e o love boat vendido para a sucata em 2013, após quatro anos inativo. Blue DreamO Blue Dream não passou muito tempo operando no Brasil, mas se tornou um dos navios mais famosos no país. Entre 2003 e 2007, navegou no país fretado pela CVC. Por uma série de fatores, a operação foi uma das mais únicas da história dos cruzeiros por aqui. Um deles é a idade, quando chegou ao Brasil, a embarcação tinha apenas 1,5 ano de uso. Um recorde para a época! Era operado pela Pullmantur, que o adquiriu após sua companhia original, a Renaissance Cruises, falir em 2001. Havia sido construído para cruzeiros premium, e, portanto, era significantemente mais moderno e luxuoso que os outros navios que então viajavam aqui. Isso significa que pelo mesmo preço de um cruzeiro em outros navios, o passageiro brasileiro que embarcava no Blue Dream, ganhava um navio com diversas características de alto padrão – incluindo número ampliado de áreas públicas, decoração luxuosa e cabines bem mais amplas e com varanda.Outro fato marcante da operação é que existiram, na verdade, dois Blue Dream. Pouca gente sabe, mas a CVC operou dois navios idênticos utilizando este nome. Oficialmente, os navios mantiveram o nome que ostentavam na Renaissance, e eram comercializadas como Blue Dream. O R-5 “Blue Dream” operou no país entre até 2005 e o gêmeo R-6 “Blue Dream” nos anos seguintes. Após deixar o país pela última vez, o R-6 mudou de nome para Azamara Journey, passando a operar cruzeiros premium em todo mundo pela Azamara Cruises. A companhia, o opera até os dias atuais, e chegou a trazê-lo de volta ao país para cruzeiros longos.Já o R-5 deixou a Pullmantur mais cedo, em 2005. Naquele ano, foi vendido para a Oceania Cruises, passando a oferecer cruzeiros upper-premium. Navegando no mundo inteiro, é ainda hoje parte da companhia, com o nome Nautica. Island EscapeUm dos navios mais populares de toda a história do mercado de cruzeiros no Brasil, o Island Escape realizou um total de sete temporadas no Brasil. Passou todos os verões no país, entre 2002 e 2009, realizando seus mini-cruzeiros acessíveis e informais. Também ficou famoso pelos seus temáticos, como o dos solteiros. Até 2009, era operado pela Island Cruises, uma joint-venture entre a Royal Caribbean Cruises e a britânica Thomson. No ano de sua despedida do Brasil, no entanto, a parceria foi desfeita e o navio passou a operar pela própria Thomson, que o dedicou a cruzeiros nas Ilhas Canárias e Mediterrâneo. Já enfrentando problemas mecânicos, o navio – inaugurado em 1985 – acabou aposentado pela Thomson em 2015. No mesmo ano, foi comprado por investidores americanos e rebatizado Ocean Gala. Apesar de terem planejado diversas funções para seu novo navio, os investidores acabaram o vendendo para a sucata em 2017. Costa TropicaleO Costa Tropicale estreou no Brasil ainda em 2001, um ano após ser transferido para a frota da Costa Crociere. Além da temporada 2001/2002, realizou outras quatro temporadas no Brasil, se despedindo em 2005.No mesmo ano deixou a frota da companhia australiana, seguindo para a P&O Australia. Assim como a Costa, a companhia australiana é parte do grupo Carnival e operou o antigo Tropicale até 2008. No período, o navio ficou conhecido como Pacific Star e navegou a partir de Sydney e outros portos australianos para destinos no Pacífico Sul, Ásia e Nova Zelândia.Em 2008 foi adquirido pela Pullmantur, e rebatizado Ocean Dream. Chegou a retornar ao Brasil com este nome, operando pela CVC no Nordeste – e até mesmo fazendo escalas em Fernando de Noronha. Foi, posteriormente, vendido mais uma vez.Desde 2012, opera com os japoneses da Peace Bot Organization. A organização não lucrativa realiza cruzeiros de volta ao mundo voltados à conscientização ambiental e compartilhamento cultural. RhapsodyUm dos primeiros navios da frota da MSC a navegar regularmente no Brasil, o Rhapsody estreou por aqui no final dos 90. A princípio, embarcava apenas nos portos do Rio de Janeiro e Salvador, deixando o principal porto de cruzeiros do país – Santos – fora de seus itinerários. No começo dos anos 2000 foi substituído pelo MSC Melody no Brasil, e passou a navegar na África do Sul e Mediterrâneo. Construído nos anos 1970 e projetado como um club flutuante da Playboy, o navio foi vendido pela MSC em 2009.Naquele ano, passou a se chamar Golden Iris para a companhia israelense Mano Cruises. Partindo de Haifa, realizou cruzeiros pelo Mediterrâneo e Adriático até o ano passado, quando foi substituído pela Mano por um navio mais moderno.Agora, aguarda uma decisão sobre seu futuro. Se a demanda favorecer, a companhia pode operar o navio lado a lado com seu novo companheiro de frota, o Crown Iris. Outra opção é fretá-lo para outro operador. A Mano não descarta, ainda, vendê-lo para a sucata, caso nenhuma das opções anteriores se concretize.Quer saber o destino de um outro navio que, para você, teve passagem marcante no Brasil? Comente o nome da embarcação para que ela possa ser incluída em uma nova reportagem deste tipo! Deseja realizar um cruzeiro marítimo. Consulte nos já: (22)99790-8504 watsapp ou nos mande um e mail: macaeturismo@macaeturismo.com.br Gerar link Facebook X Pinterest E-mail Outros aplicativos Comentários
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